Deixando o Passado para Trás

As palavras abaixo fazem parte dum sábio conselho que um cristão veterano deu a outro mais jovem, que estava apreensivo num momento de conturbada transição religiosa:

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A paciência é fundamental durante um período de transição. Não há experiência que não possa trazer algum benefício, se estivermos dispostos a trabalhar nesse sentido. Algumas dessas experiências que nós classificamos como negativas e desagradáveis muitas vezes podem ensinar mais do que aquelas que encaramos como agradáveis. Ao mesmo tempo, isso não livra da responsabilidade os que contribuíram para tomarmos decisões que nós provavelmente não tomaríamos se não estivéssemos mal informados.

... A vida inevitavelmente tem seus aspectos negativos, mas podemos lidar com estes conforme a necessidade e, depois, deixá-los para trás. Pode não ser possível mudar o passado, mas podemos fazer algo quanto ao presente e o futuro, e focar neles. Se deixarmos o ressentimento ou a amargura nos controlar, estaremos sendo, conforme um erudito colocou, “prisioneiros do passado”. Quando encontramos o poder de deixar o passado para trás, isso traz a libertação de um prisioneiro. Fazer o contrário disso significa viver em contínua frustração e faz lembrar a declaração de Paulo sobre “esmurrar o ar”. (1 Coríntios 9:26) Há uma grande fonte de felicidade e paz em manter o nosso foco em coisas positivas. Como o apóstolo colocou:

“Tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.” ― Filipenses 4: 8, NVI.